Sobre as declarações do burguês Mário Ferreira

8/9/2017

 

 

Em resposta à entrevista do Gonçalo ao jornal Público-P3, o burguês Mário Ferreira, proprietário da empresa Douro Azul, decidiu vir a terreiro demonstrar a justeza da luta dos trabalhadores e trabalhadoras do Douro

 

A PLP dispensa os epítetos de "terrorista social" e "Che Guevara" por os considerar excessivamente elogiosos. Queremos fazer justiça ao revolucionário que morreu em combate, mas só aceitaremos elogios quando bandalhos como o burguês Mário Ferreira deixarem de explorar os trabalhadores e trabalhadoras.

 

A PLP não está preocupada com os insultos rasteiros e tentativas de enxovalho dum canalha como o burguês Mário Ferreira. Perturbações graves vai tê-las ele daqui para a frente.

 

A PLP faz eco de todas as situações de precariedade e exploração narradas na entrevista e propõe-se estender a luta de classes a todos os trabalhadores e trabalhadoras de todo o país. Não contem connosco para conciliações com o patronato, para sermos correia de transmissão dos interesses político-partidários da esquerda reformista parlamentar, ou para dar continuidade às práticas sindicais burocráticas e legalistas, que servem apenas os interesses económicos e de lucro das empresas. 

 

Contem connosco para dar voz a quem trabalha, rompendo com todos os expedientes de conciliação de classes.

 

A PLP reafirma as palavras do Gonçalo e apela a todos e todas a comparecerem amanhã, 9 de setembro, pelas 10h00 no cais de Gaia e pelas 15h30 no cais da Ribeira, na concentração “Douro em Luta”.

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