2,6 milhões de portugueses em risco de pobreza

16/7/2017

Os números do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), que confirmam que quase 2,6 milhões de portugueses estão em risco de pobreza, varrem, com um banho de realidade, a euforia em torno do governo de aliança da esquerda parlamentar com o PS.


O subemprego, a precariedade, os baixos salários e pensões são as condições para a melhoria dos números do capitalismo nacional, seja o crescimento do PIB, seja a redução do défice orçamental, seja a redução do desemprego à custa de expedientes que incluem a subsidiação estatal dos salários de novos empregos, o financiamento do empreendedorismo nas áreas do comércio, restauração e turismo, entre outras, diversas, formas encontradas pelo Estado para canalizar a riqueza gerada pelos trabalhadores para a burguesia.

 

As conquistas dos trabalhadores e das camadas mais oprimidas só serão possíveis, não pelo apoio, mas pela ruptura organizada e combativa com as estruturas do Estado burguês, do parlamentarismo e da legalidade que serve a classe dominante.

 

 

 

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