Sócio-gerente da Padaria Portuguesa pede liberalização do mercado de trabalho

25/1/2017

São estas as camadas médias da burguesia, cujos interesses, a esquerda reformista persiste em defender.

Este tipo de posições, assumidas pelo médio patronato, são elucidativas em relação ao facto de que as reivindicações imediatas, de classe, dos trabalhadores - salários dignos, direito ao trabalho e a não viver aterrorizado com a perspectiva do desemprego - são incompatíveis com os interesses de classe dos capitalistas, por mais que os reformistas nos tentem convencer do contrário.

Não serão os trabalhadores que terão que sustentar o estilo de vida pequeno-burguês destes "empreendedores" à custa de suportar salários e condições laborais miseráveis.

Assim, a PLP apela à luta pelo direito ao trabalho, contra a continuada desregulação da lei laboral burguesa, contra a precariedade e pela elevação imediata dos baixos salários.

Não alimentaremos ilusões de conciliação de classes e por isso conclamamos à unidade dos trabalhadores contra todos os exploradores e contra o Estado burguês e as instituições imperialistas UE/BCE, representantes dos seus interesses.

 

 

 

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