CGTP-IN apela à mobilização pelo aumento dos salários

14/12/2016

 

Os trabalhadores devem exigir o cumprimento integral das suas reivindicações imediatas, nomeadamente pelo aumento do salário mínimo nacional para 600 euros e a luta deverá continuar até que se atinjam esses objectivos mínimos. Não devem as organizações representativas dos trabalhadores limitar as reivindicações aos acordos parlamentares (como os 557 euros de SMN acordados entre PS e BE, que a CGTP já adoptou como limite mínimo) que tenham celebrado com o governo de recuperação capitalista PS, mas antes assumirem um compromisso de resistência ao executivo e à ingerência da tríade UE/BCE/FMI.

 

"O salário mínimo nacional, indicam-no as cedências reivindicativas, não ultrapassará miseráveis 557 euros. O OE não apresenta quaisquer soluções de combate à precariedade e desemprego entre os jovens, desemprego esse que atinge 30% desta faixa etária dos trabalhadores, não lhes perspectivando, assim, qualquer esperança num futuro digno.

 

Todas as outras reivindicações apresentadas, tais como:
O aumento dos salários acima dos 830 euros, o descongelamento das carreiras profissionais, as alterações aos escalões de IRS, as taxas moderadoras na saúde, não serão contempladas, nem está prevista qualquer redução ou eliminação das propinas, particularmente para os filhos da classe trabalhadora, sem capacidade económica para as pagar. A lei laboral imposta pela tríade PSD/CDS/UGT e aprovada com o apoio parlamentar do PS, manter-se-á inalterada enquanto instrumento ao serviço da classe patronal."

 

Comunicado Nacional PLP

 

 

 

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